O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP), durante sessão no último dia 20
"O PSC não abre mão da indicação feita pelo partido. Avaliza e repito:
não abre mão da indicação feita. O deputado Marco Feliciano foi eleito
por maioria dos membros da comissão. Se ele estivesse condenado pelo
Supremo [Tribunal Federal], nem indicado seria. Feliciano é um deputado
'ficha limpa', tendo então todas as prerrogativas de estar na
presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias", diz a nota
oficial lida por Pereira.
Feliciano é criticado por afirmações de cunho racista e homofóbico que
geraram manifestações contrárias por parte de deputados na Câmara e
protestos nas ruas e em redes sociais. O presidente da Câmara, deputado
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou a dizer que a situação da CDH com Feliciano como presidente estava "insustentável".
Em entrevista ao programa "Pânico na Band"
veiculada no último domingo, Feliciano disse que só renunciaria se
morresse. O pastor disse que a escolha dele frente à comissão foi
colegiada e por meio de um acordo partidário, e acordo "não se quebra".
"Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo
partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer", afirmou.
Algumas das declarações do deputado motivaram denúncia do
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no STF (Supremo Tribunal
Federal).
Além da denúncia de Gurgel sobre declarações polêmicas, Feliciano é réu em uma ação penal por estelionato. Segundo a denúncia, o parlamentar recebeu, mas não compareceu a um evento religioso no Rio Grande do Sul, em março de 2008.
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/03/26/psc-diz-que-feliciano-e-ficha-limpa-e-decide-mante-lo-em-comissao.htm
1.Faça uma análise do ponto de vista filosófico, a partir do tema Verdade.

